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Expedição 21

Expedição 21

Hoje é celebrado no Brasil o dia da Síndrome de Down. Não por acaso, esse dia é lembrado em 21 de março devido à alteração cromossômica da síndrome. A cada ano que passa, a voz das pessoas com deficiência e daqueles que vivem e trabalham com elas se torna mais forte. 

21?

A síndrome de down ocorre no momento da formação da criança, com a presença de três cromossomos 21 na maioria das células, ou seja, as pessoas com trissomia do cromossomo 21 têm 47 cromossomos ao invés de 46. Podem ser suscetíveis a alguns tipos de doenças, porém cada um tem a sua personalidade. É importante esclarecer que a síndrome de down não é uma doença e muito menos culpa dos pais. Outro fato muito importante é não deixar que o seu filho com Down seja isolado da sociedade. Eles têm capacidade de desenvolver diversas habilidades e realizações, referentes à independência. Podem, sim, levar uma vida normal, com sentimentos e deveres como aprender, amar, passear e trabalhar. Os portadores da síndrome de down são verdadeiros portadores do amor que nos ensinam, a cada momento, superar qualquer obstáculo e a responder às adversidades, com um belo sorriso seguido de uma gargalhada. E eles tem total razão, com alegria os problemas ficam mais fáceis de serem resolvidos.

EXPEDIÇÃO

Com essa deixa, hoje falaremos um pouco sobre o projeto de Alex Duarte, a Expedição 21. O projeto Expedição 21 vem para marcar época. Espécie de reality show, o programa (que pode virar documentário mais tarde) promove uma imersão de 18 pessoas com Síndrome de Down que vão morar durante uma semana numa casa adaptada a eles, mas sem a presença da família. A idade deles varia de 20 a 51 anos. Sob a direção de Alex Duarte, o Expedição 21 vai captar imagens da vivência. Depois, três ou quatro dos participantes serão acompanhados por mais três meses. Só então, Alex vai em busca de parcerias para exibir o Expedição 21. “Nesta primeira fase, vamos captar as imagens deles na casa, passando por processos de aprendizado em desafios como pagar contas, organizar a casa e conviver em grupo. Todos eles vão passar esse tempo longe dos pais pela primeira vez e esse talvez seja o primeiro desafio que eles enfrentam. É importante mostrarmos que, para que quem tem Síndrome de Down leve uma vida independente, é preciso que a família também esteja preparada para isso”, afirma Alex.

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