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Primeiro Voo De Um Dirigível No Rio De Janeiro

Primeiro voo de um dirigível no Rio de Janeiro

Pegar um avião hoje em dia é a coisa mais fácil e simples do mundo. Reunião de negócios em São Paulo? No máximo duas horinhas e você está lá, independe de onde saiu do Brasil. Aviões são práticos, confiáveis e extremamente úteis para o nosso dia a dia. Mas não foi do dia para a noite que nos acostumamos com esse conceito. Em 29 de março de 1882, um balão dirigível estava no ar pela primeira vez na cidade do Rio de Janeiro, muito diferente do que conhecemos hoje. 

O Le Victoria 

O paraense Júlio Cezar Ribeiro de Souza foi o inventor do Le Victoria, pioneiro no desenvolvimento da dirigibilidade aérea. Subsidiado pelo governo do Pará, Ribeiro de Souza havia viajado um ano antes para Paris, a fim de construir seu balão em um ambiente melhor equipado. O nome veio em homenagem à sua mulher, Victoria Filomena do Vale. Ribeiro levou um ano para construir o Le Victoria, testando-o na frente da imprensa francesa, com sucesso. Ao retornar ao Brasil, fez duas apresentações com o dirigível, no Pará e no Rio de Janeiro. Dois anos depois de concluir sua invenção, Ribeiro de Souza construiu uma nova versão do balão, dessa vez 5x maior. Entretanto, acabou sofrendo diversas avarias durante a apresentação no ar e foi considerada como uma falha. Menos de um mês depois, dois capitães franceses, Charles Renard e Arthur Constantin Krebs, a bordo do balão La France, que media 50,4m de comprimento por 8,4m de maior diâmetro, executaram o primeiro circuito fechado em um balão. Por essa façanha, eles entraram para a História como os inventores do balão dirigível.

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