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Respeito Religioso

Respeito religioso

Desde 2009, prestigiamos no 18 de março o Dia Nacional da Imigração Judaica. A criação desse memorial visa celebrar a contribuição do povo judeu e de seus descendentes para a cultura brasileira desde o início da sua imigração. Visto isso, a conversa de hoje aproveitará a deixa para comentar sobre os problemas de aceitação que a religião sofre e como o respeito é a chave para a solução dos mesmos. 

A IMIGRAÇÃO 

O Dia Nacional da Imigração Judaica celebra, a cada 18 de março, a contribuição do povo judeu na formação da cultura brasileira. A data foi criada por um projeto de lei de autoria do então deputado federal pelo Rio de Janeiro, Marcelo Itagiba, e sancionado em 2009 pelo presidente em exercício à época, José Alencar. Nosso país possui a segunda maior população judaica de toda a América Latina, contanto com uma média de 120 mil cidadãos registrados judeus. Assim, sabe-se que estiveram aqui desde os primórdios do descobrimento da região que seria posteriormente denominada Brasil. Diversas figuras públicas de renome em nosso país são adeptas do judaísmo, nomes como Luciano Huck, Mateus Solano e Silvio Santos são algumas delas. Além das telas de televisão, os brasileiros judaicos também são grandes empresários e conhecidos pela sua busca ao sucesso financeiro. Estão entre eles, Samuel Klein (Casas Bahia), José Safra (Banco Safra), Hans Stern (H.Stern), Silvio Santos (SBT), Roberto Civita (Abril), Nelson Sirotsky (RBS). 

O ANTISSEMITISMO NO BRASIL 

Chamamos assim a intolerância e a discriminação que englobam a comunidade judaica, seja de cunho racial ou religioso. Mesmo após séculos da presença do judaísmo dentro da nossa sociedade, ainda existem aqueles que escolhem desrespeitar e condenar os praticantes do mesmo. A cada ano esperamos diminuir e possivelmente extinguir o antissemitismo que perpetua em nossa cultura, entretanto, desde o início da pandemia a comunidade judaica veio por relatar que isso não está acontecendo na velocidade que deveria, talvez até indo para trás em nosso caminho. Em fevereiro desse ano a Federação contra o Racismo e o Antissemitismo publicou um relatório, onde comenta-se que “Isso ficou evidente pelos incidentes antissemitas observados e em particular pelas teorias de conspiração antissemitas que continuam a ser propagadas pelos manifestantes antivacinas”. A batalha ainda está longe de acabar, e por isso é de suma importância que possamos trazer visibilidade para esse assunto, especialmente hoje.

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