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Setembro Amarelo

Setembro Amarelo

Desde 2013 temos o mês de setembro como amarelo em nosso calendário, o mês da prevenção ao suicídio no Brasil. Algo que para muitas pessoas acaba passando despercebido, e para outras pode significar uma vida perdida. O Setembro Amarelo é um mês de reflexão, de apoio, de empatia e amor ao próximo. 

Infelizmente o suicídio é uma triste realidade que enfrentamos frequentemente em nossa sociedade. Mesmo com os números diminuindo com o passar dos anos, a OMS estima mais de um milhão de casos de morte por suicídio por ano. Atualmente, o suicídio é a segunda maior causa de morte em jovens entre 15 e 29 anos. No Brasil, em média 38 pessoas se suicidam por dia, totalizando 14 mil por ano. Todos nós devemos atuar ativamente na conscientização da importância que a vida tem e ajudar na prevenção do suicídio. É mais do que necessário deixarmos o tabu que assombra a discussão sobre o suicídio e a depressão para trás, pois assim estaremos abrindo um caminho para um futuro melhor e mais saudável. Quem está sofrendo em silêncio precisa de apoio, de atenção e compreensão.  É importante falar sobre o assunto para que as pessoas que estejam passando por momentos difíceis e de crise busquem ajuda e entendam que a vida sempre vai ser a melhor escolha. Quando uma pessoa decide terminar com a sua vida, os seus pensamentos, sentimentos e ações apresentam-se muito restritivos, ou seja, ela pensa constantemente sobre o suicídio e é incapaz de perceber outras maneiras de enfrentar ou de sair do problema. Essas pessoas pensam rigidamente pela distorção que o sofrimento emocional impõe. Se informar para aprender e ajudar o próximo é a melhor saída para lutar contra esse problema tão grave. É muito importante que as pessoas próximas saibam identificar que alguém está pensando em se matar e a ajude, tendo uma escuta ativa e sem julgamentos, mostrar que está disponível para ajudar e demonstrar empatia, mas principalmente levando-a ao médico psiquiatra, que vai saber como manejar a situação e salvar esse paciente.

Pequenas ações podem ser muito significativas para quem está sofrendo, mais do que imaginamos. Ouvir, demonstrar empatia e ficar calmo; ser afetuoso e dar o apoio necessário; levar a situação a sério e verificar o grau de risco; perguntar sobre tentativas de suicídio ou pensamentos anteriores;

explorar outras saídas para além do suicídio, identificando outras formas de apoio emocional; conversar com a família e amigos imediatamente; remover os meios para o suicídio em casos de grande risco; contar a outras pessoas, conseguir ajuda; permanecer ao lado da pessoa com o transtorno; procurar entender os sentimentos da pessoa sem diminuir a importância deles; aceitar a queixa da pessoa e ter respeito por seu sofrimento;

demonstrar preocupação e cuidado constante. Jamais ignore a situação de uma pessoa com comportamentos e pensamentos suicidas. Não entre em choque, fique envergonhado ou demonstre pânico. Não tente dizer que tudo vai ficar bem, diminuindo a dor da pessoa, sem agir para que isso aconteça. A principal medida é não fazer com que o problema pareça uma bobagem ou algo trivial. Não dê falsas garantias nem jure segredo, procure ajuda imediatamente. Principalmente, não deixe a pessoa sozinha em momentos de crise nem a julgue por seus atos.

Juntos, sempre seremos mais fortes! Nesse mês tão importante, demonstre seu apoio ao próximo. A vida pode ser muito maior do que imaginamos. 

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